Li com atenção e percebo que o plano de emergência contra incêndio de emergência muitas vezes fica guardado até que o problema apareça. Na minha avaliação, o ponto que mais faz diferença é saber quem assume cada função e se os simulados acontecem de tempos em tempos. Também vale pensar em ocupantes com necessidades específicas e em quem vai apoiar esse grupo na evacuação. Sem um levantamento do imóvel, o texto pode virar um modelo genérico e não reflete a realidade do prédio. Já houve algum simulado de abandono na instituição onde a equipe trabalha?